domingo, 19 de junho de 2016

Conto de Sexta-feira - Carla Pepe


Conto de Sexta-feira
By Carla Pepe
‪#‎Carla440‬ ‪#‎hothothot‬ ‪#‎sextafeira‬
Era 6a feira, dia internacional de happy hour, de estar acompanhada e ela estava ali sozinha. Já eram 20h da noite, tinha acabado de sair do trabalho. O dia havia sido exaustivo, mas tinha energia para uma cerveja e algo mais, caso o convite fosse irrecusável. Jogou varias indiretas pelo celular, mas todos pareciam já ter compromisso. 
Foi ao banheiro deu uma olhada em si mesma no espelho: corpo volumoso, saia justa, sutiã de renda pink, calcinha fio dental, blusa com leve transparência. Resolveu retocar o batom rosa e seguir linda e poderosa, mesmo que só.
No elevador, encontrou um rapaz que já vira pelo corredor de onde trabalhava. Era gato, tinha mãos grandes (já sentia o calor subindo pelo ventre), barba por fazer. Ele puxou assunto, ela correspondeu. Falaram sobre o tempo, música, filmes até o térreo. Ao se despedirem, resolveu se ousada e perguntou se ele não queria tomar uma cerveja, afinal era 6a feira. Ele respondeu que não bebia, mas que lhe acompanharia na cerveja. Ela deu um sorriso e foram caminhando na direção de um barzinho perto do prédio aonde trabalhavam.
No caminho, as mãos se tocaram e foi como se explodissem. Ela olhou nos olhos dele, os lábios dela se abriram como se esperassem um beijo. Ele a imprensou na parede mais escura da rua e a beijou sofregamente. E ali ficaram beijando-se como se o tempo fosse um senhor bondoso e tivesse parado apenas para os amantes aproveitarem o canto escuro da rua. As mãos dele procuravam o corpo volumoso dela, não encontrando qualquer resistência. Percorreram as costas dela, apertaram suas nádegas grandes e chegaram aos fartos seios. Ele não se aguentava mais. A morena era quente, quente, quente.
As coisas estavam ficando incontroláveis. Ele queria tirar a calcinha dela ali mesmo e a possuir no meio da rua. Nunca tinha sentido essa vontade antes. Como se a morena lesse seus pensamentos, ela lentamente, desceu sua minuscula calcinha. A fogosa mulher aproveitou a descida para também sugar-lhe o membro rígido. Ele quase deu um grito, mas isso entregaria os dois.
Ele continuava a beijar-lhe e acariciar-lhe com vontade e luxúria e assim, na rua, a penetrou. Até que ambos chegaram ao auge. Nossa, que morena. E que sexta-feira!!! Quando terminaram, o coração acelerado, ele pega na mão da morena e mantem o convite para uma cerveja e quem sabe algo mais.
A morena suspira, sorri e aceita. E eles seguem de mãos dadas.
Ah, como ela amava as sextas-feiras....


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